sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Não fui...sou!
Não fui feita para ser especialista, mas sim para ser generalista.
Não fui feita para me concentrar, mas sim para me distrair.
Não fui feita para acertar, mas sim para errar na hora H.
Não fui feita para dar e receber, mas sim para dar sem receber.
Não fui feita para ser valorizada, mas sim para ser criticada.
Não fui feita para aliviar a dor, mas sim para sofrer a dor dos outros.
Não fui feita para aprender com os meus erros, mas sim com os dos outros.
Não fui feita para ser perfeita, mas sim imperfeita em cada aspecto.
Não fui feita para estar rodeada pelo mundo, mas sim pela solidão.
Não fui feita para apreciar a alegria do Sol, mas sim a melancolia da neve.
Não fui feita para caminhar à Luz, mas sim para observar a Escuridão.
Não fui feita para ser bela, mas sim para ser bestial.
Não fui feita para ser constante, mas sim para ser uma incógnita.
Não fui feita para ser decifrável, mas sim para ser transparente.
Não fui feita para amar alguém, mas sim para amar os mais próximos.
Fui feita para ter a certeza que aqueles eu considero verdadeiramente sabem disso.
Esses...são a única constante da minha alma, a eles digo Sempre.
Fui feita para ter defeitos, virtudes e um misto das duas.
Fui feita para a ciência das artes e das letras.
Fui feita opra ser eu, para ser assim.
Sou eu!
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Pieces Don't Fit Anymore

(...)
-"Porque é isso mesmo, tens de viver tudo, porque não podes voltar para trás."
No final do dia só queremos... sentir que o dever foi comprido.
Sabemos que nem tudo seguiu no nosso plano. Mas estamos conscientes que foi um bom dia.
Por vezes sentimo-nos fracos. Sentimos que estamos por um fio.
No final do dia só queremos planear o próximo.
Um copo de leite morno e um episódio da série preferida.
No final do dia só queremos que alguém nos leve ao colo.
Que nos aconchege e conte uma estória encantada.
No final do dia queremos um beijo de boa noite e...
"Eu acredito que vais conseguir."
No final do dia só queremos adormecer sem lágrimas...
Respirar e sonhar com um sol de verão e um prado. No qual estou deitada. Com um olho em ti e outro no céu.
No final do dia, nós só queremos sorrir, agarrados ao urso de pelúcia e sem medo do escuro.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Os meus caracóis
Era uma vez...

Desde pequena que não acreditava no pai natal, mas as prendas davam-me a volta.
Desde pequena que acreditava em super-heróis e que eu era um deles.
Desde pequena que lutava contra tudo e todos.
Desde pequena que me sentia uma power-ranger.
Desde pequena que me via fora do normal.
Desde pequena que tinham de gramar com as minhas músicas e teatrinhos.
Desde pequena que me achava uma espertalhona.
Desde pequena que contava a minha estória no comboio.
Desde pequena que fazia bluff com os meus pais.
Desde pequena que achava que tinha razão.
Desde pequena que tenho um feitozinho difícil.
A verdade é que a diferença na minha altura não foi muito notória.
A verdade é que nem sempre sou a pequena que antes era.
Mas quando o sol decide dar o seu raiozinho a bater na minha cachola.
Eu fico eléctrica e volto a ser pequena.
E todos voltam a gramar comigo.
Todos os dias me armo em espertalhona.
Todos os dias há asneiras para fazer.
Todos os santos dias eu sou pequena.
Porque eu sou do tamanho da minha determinação e do não tamanho do que vejo.
Desde pequena que sonho com estórias de encantar.
De pobres e ricos e floribellas.
What a wonderfull world...
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
O natal
A árvore de natal, vai-se fazendo. Não há data para que esta seja feita. Nem tempo. Não começo a escolher os presentes de natal. O natal não é preparado, é como alguma coisa que vai vindo e à última é que se compram os ingredientes e presentes.
Quando era pequenina gostava da época natalícia pelos presentes, pelas listas de presentes que nos incutiam na escola.

Hoje o natal cheira-me à minha aldeia.
Cheira-me às iguarias que as tias confeccionam.
Sente-se pelo frio.
Sente-se pela neve na nossa janela.
Sente-se pela pronuncia tão típica.
O natal é sinónimo de minha aldeia.
O natal acontece lá. O natal mora lá. O natal é o convívio da minha família, é as grandes reuniões familiares.
As cantorias que se fazem desde o mais pequeno ao mais velhinho.
Recebem-se prendas e estas têm outro significado.
Sentados à lareira até tarde a ouvir às estórias que outros tempos nos têm para contar. Toda aquela fantasia e diversão.
Feliz Natal, porque este é sempre que eu regresso à minha aldeia.
Eu estou lá sempre.
Sonhando.
Magicando.
sábado, 24 de novembro de 2007
Just my rules.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007
You walk beside me!
Tanto tempo que passou até finalmete ter conseguido conquistar o teu coração.

Não me esforcei, simplesmente fomos conhecendo as nossas complicações e gostos em comum, foste começando a gostar de mim.
Mais tarde, chega a minha vez de reconhecer que, apesar de evitar expressar sentimentos reprimidos, tenho que admitir que fazes parte da minha alma.
Tens que a partilhar com mais pessoas, felizmente que assim é.
Todavia, cada um tem a sua forma única de me amar e de ser amado por mim.
Tu tens a tua! E serás para sempre aquela pessoa, não outra.
Terás para sempre em mim uma conotação, não outra.
Lembrar-me-ei de ti sempre com um sentimento, não outro.
Atrair a tua atenção não foi dificil.
No entanto, foi dificil veres o que eu valia e como poderia, também eu, fazer-te bem e ajudar-te a encarar o dia e as nossas paixões em comum com um sorriso confiante.
Mas, finalmente, no meio da monotonia dos dias, a oportunidade surgiu e acabámos por fortalecer os laços que já tinhamos.
Tinhamos, temos, teremos.
Estranhas-me?
Talvez, nunca pensaste que podia gostar assim tanto de ti, não era?
Ainda bem que assim é, gosto de permanecer no mistério.
Contudo, por vezes, para nos sentirmos bem a demonstrar o quando gostamos de alguma pessoa, temos que passar por provações.
A minha provação foi pessoal: as minhas inseguranças.
Todavia, a vida ensinou-me que devemos retribuir aquilo que nos dão.
E, da melhor forma, te retribuo com a minha amizade incondicional, meu amigo.
Nunca pretendi desmotivar-te, trair-te, ou o que quer que seja de mau.
Apenas tive que aprender a viver! (And I'm Still "Learning To Live"... =D )
Graças a momentos especiais e coisas que apenas nós compreendemos, foste, ao longo do tempo, ganhando o teu lugar na minha alma.
Lamento a má impressão inicial, mas alegras-me quando sei que em relação a mim apenas desejas subir!
E eu desejo o mesmo, tal como agradeço a pessoa que tens sido comigo e que muitas vezes negligenciei.
Sei que não sou perfeita e só me ensinas mais a cada dia que passa.
Lidas com as minhas frustrações como mais ninguém lida.
Sabes delas como mais ninguém sabe.
És meu amigo como mais ninguém, cada um à sua maneira.
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Obrigado por me mostrares a nova melodia que preenche a minha alma, profundamente.
Obrigado por teres os teus defeitos, mas seres assim e me fazeres gostar aínda mais de ti.
Obrigado por, mesmo esquecendo o nosso acordo, não me privares Deles.
Obrigado por seres meu amigo e me compreenderes e partilhares a minha dor e frustrações.
Obrigador por seres quem és.
Tás lá em cima, não duvides.
_______________________________
Para: O Grande
=)
Allie: O quê? Não.
Noah: Não...?
Allie: Não.
Noah: Porquê?
Allie: Porque não.
Noah: Bem, então não me deixas outra saída.
Allie:AHHHH
Noah: Vou perguntar mais uma vez. Queres sair comigo? Eu sinto a minha mão a escorregar.
Allie: Okay, pronto, eu saio contigo.
Noah: Não, não me faças favores.
Allie: Não, eu não estou a fazer-te um favor.
Noah: Di-lo.
Allie: Eu quero sair contigo.
Noah: Outra vez...
Allie: EU QUERO SAIR CONTIGO!
Noah: Okay, nós vamos sair.
Assim começa uma grande história de amor que emocionou três mundos, o meu, o nosso e o vosso.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
No cimo do meu outeiro
Eu vejo o meu mundo a girar.
Visualizo todas cores do arco-íris.
Sinto as gotinhas da chuva na minha pele.
Sei de cor quantas cores constituem o pôr-do-sol.
Oiço a melodia que o cuco emite.
A minha aldeia é o meu palco.
Nela retrato toda a minha verdadeira e ingénua personagem.
Danço na neve.
Sonho com o sol a entrar pela minha janela.
Oiço as histórias que a terra tem para me contar.
Sinto-me grande.
Respiro o ar e sinto-me. Sinto-me sem porquês. Sinto-me.
Não penso.
Este meio protege-me de tudo, de todas as possíveis subidas e caídas.
Apenas o meu olhar flutua, ondula e fixa a linha da vida.
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O Inverno enche-me de saudades
O frio torna-me emotiva.
A tua saudade aperta.
Estas mudanças despedaçam-me.
Cada um leva um pouco de mim.
Feita de pessoas, de momentos, de olhares, de paisagens, de magia.
Sou vocês. Sou vida. Sou.
Foto tirada em Espanha.
Viajas no meu imaginário.
Vences todos os inimigos.
Vinculas-te a mim.
Vences.
Porque é natural!
Uma Lua gira à volta de um planeta.Um planeta gira à volta de um Sol.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
O azul
Fechei um olho e comecei a imaginar, mas sempre com um olho no céu.

Imaginei o meu futuro.
Imaginei-me num imaginário.
Não pensei, apenas fechei um olho e sonhei.
Ouvi um som distante de um piano.
Deixei-me ficar estendida na erva.
Com um olho no sonho e outro no céu.
Eras tu! Cantavas-me ao ouvido a nossa melodia.
E eu sorria...
No sonho ou no céu, eu quero-te para sempre.
Eu pensava que o amor, era como a vida, feito de escolhas.
Eu tinha a certeza que tinha o futuro nas minhas mãos.
Até que o destino ganhou...
-Eu sinto a tua falta.
-Eu am... Não posso!
Eu espero-te com olhos postos em ti. Eu espero-te em segredo.
Eu tomo as minhas escolhas, mas sempre com um olho no sonho.
Aguardo por ti sem sofrimento.
Hoje sou feliz.
Acredito que desta vez o destino não levará a melhor.
As palavras soltam-se. As palavras voam. As palavras sonham.
Apenas saem assim de mim, sem eu saber o porquê.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Desesperada? Eu? Não!

As mãos frias e geladas chegaram.
Sempre pensei que com o tempo ficasses mais dócil.
A vida é como uma peça de teatro, nada volta a ser igual.
E eu que nem uma tonta, estou aqui num banco de jardim à espera que ela volte para trás.
Ai ai ai.
Sempre com as mesmas merdas.
Ó mãe quando é que tu me envias um sinal?
Uns pozinhos a dizerem "o tal"!
Se é que esse existe!
Envia-me para outro. I need fresh blood!
Até já pensei escrever uma carta ao pai natal:
Querido Pai Natal,
Este natal não me portei bem.
Andei a tocar às campainhas das portas.
A telefonar para casa das pessoas dizendo que o conjuge do portador do telefone tinha uma amante.
Mas sabes Pai Natal, este Natal eu mereço um brinquedo novo. Desta vez, quero O brinquedo.
Bem aparecido, estatura média, com um corpinho danone e com uma sabedoria. Já agora gostava de um sr. futuro médico ou ligado às medicinas. Não, não é para brincar aos médicos!
Da tua sempre,
...
Resposta do Pai Natal: Get a life!
O sr. Pai Natal já responde em inglês?
Anyway.
Tenho mesmo de arranjar uma vida.
Vou à rua, preciso de sangue fresco!
(Isto postou? OH My FGood!)
Uma pequena amostra desta Maria.
domingo, 18 de novembro de 2007
It's just life

Espera pela noite.
Saí.
Saí de ti.
Sente o cheiro da noite.
Respira a aragem.
Mira o céu brilhante.
Se quiseres chorar.
Chora.
Mas lembra-te que aquelas "outras" duas também o estão a fazer.
Apesar da distância estamos juntas a olhar o céu.
Estaremos sempre.
Chega de lágrimas.
Esboça um sorriso.
Lembra-te de todas as aventuras.
Lembra-te de todos carinhos.
As lágrimas estão enxutas.
Já viste como o céu também já teve tantos cruzamentos de estrelas?
Outras já desapareceram.
Outras nasceram.
It's just life.
Volta a ti.
Volta a sentir quem és.
Porque quando vamos a baixo e voltamos.
Conhecemos o nosso verdadeiro eu.
Abraça-me quando a noite for fria.
O céu sempre nos unirá.
E amanhã um belo sol irradiará a nossa amizade.
Apesar de não ter estado contigo. O tempo para mim não chega. Eu sei que foste vitoriosa como sempre és. Numa próxima vez eu estarei lá. Eu gritarei o teu nome nas ruas.
Desta vez apenas olhei o céu.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Just my dream

Hoje posso afirmar que foi um dos melhores aniversários que já tive. O meu vigésimo aniversário! Tive o prazer de estar com os meus amigos que estão a morar em Portugal. Trouxeram tudo o que uma portuguesa num país estrangeiro pode sentir falta. Desde os meus doces preferidos às prendas e o mais importante o convívio. Convivi assim, com um bocadinho de mim que se encontra a mais de 600km.
Mais um dia de anos. Eles não se esqueceram. Eles nunca se esquecem.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Uma Carta.....

Lisboa, 16 de Setembro de 2016
Querida Cláudia,
Espero que quando receberes esta carta esteja tudo bem contigo. Desde o meu casamento que não nos vemos e quase não falamos, já vão fazer dez meses, o que para nós é muito tempo. Sei que andas muita atarefada com os estudos, por isso é que te estou a escrever esta carta.
Temos imensas coisas para falar, para recordar pois vinte anos de amizade não podem ser deixados ao acaso. Não sei se já reparaste, mas faz hoje 20 anos que nos conhecemos, foi no primeiro dia de escola da primária.
Já passamos por tanto, eu casei, tu conheces-te o Francisco, a Sara gravou o seu primeiro disco. Sabias, o Rodrigo, o meu marido, tem uma proposta para ir jogar num clube estrangeiro, como ainda não temos filhos, provavelmente deve aceitar. No outro dia, estive com a Sara e ela disse-me que conheceu um homem muito interessante, é engenheiro. Fico muito contente de todas estarmos felizes com tudo o que nos está a acontecer, o que me deixa triste é não estarmos juntas, mas em breve estarás cá e temos de fazer um daqueles convívios, para conhecermos as pessoas com iremos partilhar o resto das nossas vidas. Antes de me casar estive a arrumar muitas das minhas lembranças para levar comigo e, não sabes o que encontrei aquele pequeno fantoche que fizemos juntas e muitas daqueles postais que demos umas às outras.
Não vou aborrecer-te mais sei que tens coisas para fazer, mas quero uma resposta o mais rápido possível, mas espero que a tua volta a Portugal esteja para mais breve ainda.
Um beijo cheio de saudade
Anita
P.S.: Já tenho o meu próprio jardim de infância “As Guarda-Fraldas”, em homenagem a nós.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Pegadas na Areia

terça-feira, 13 de novembro de 2007
Parabéns!
Era uma vez...
Uma gotinha de água, um sol sorridente e um olhinho verde que contrastava com uma melódica e forte voz.
A gotinha de água reflecte sempre o meu sorriso. Faz com que me supere. E por vezes, solte a lágrima de felicidade.
O sol quentinho e sorridente alumia-me um caminho que com ele traçarei, é nele que reside a minha esperança.
O olhinho verde é aquele me mostra que o dia ainda não acabou e que haverá para sempre sextas-feiras.
A voz forte, meiguinha e melódica dá-me a serenidade, dá-me o sonho embrulhado num chocolate. E é tão bom que alguém nos cante ao ouvido...

Tens sido das melhores coisas que me aconteceu.
A nossa irmandade não tem limites nem obstáculos.
Era uma vez uma gotinha de água, um sol sorridente, um olhinho verde que contrastava com uma melódica e forte voz que completou hoje uma dezena e sete anos de vida, de luta e de muita felicidade.
Sê feliz e que nunca desistas de ser quem tu és, o nosso orgulho.
Porque eu hoje sonhei que os anos tinham passado por nós e que nós estavamos iguais...irmãs!
segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Só quero a protecção do teu abraço.
because we need a happy ending
Há também aqueles dias em que não queres ouvir o que te têm para dizer, mas também há aqueles em que falas porque o silêncio é insuportável.
Muitas das palavras que dizemos são mais que meras palavras, reflectem a tua personalidade.

Há outras coisas em que mentes por que não se pode dizer o contrário.
E pelo contrário há segredos e confissões que aguardas para ti.
Contudo, o mais importante há certas coisas que falam por elas próprias.
Hoje a minha muralha ficou sem um pedaço.
Hoje não me apetece falar.
Hoje, hoje vou apenas fitar o céu e perguntar: "E se eu for a luta? Eu consigo?"
Ninguem o saberá.
domingo, 11 de novembro de 2007
It is all over.
A minha vida estagnou, estou a andar para trás. Mas parece que me cortaram os travões.
Preciso de cortar o cordão umbilical.
Preciso de como tu seguir a minha vida.
Voltar a ser aquela mulher segura e admirada.
Nem a dormir tenho descanso, pois tu entras em todos os meus sonhos.
Ora me prendo mais a ti, ora começo a chorar.
Cá está a minha síndrome de abandonar o barco e depois voltar.
It’s all over!
Preciso de saber andar nestes sapatos novos, difíceis e de salto alto, manter o equilíbrio e como alguém me diz para a frente é que é caminho.

It’s all over!
Virámos costas e tu continuaste na tua direcção, curaste-te mais depressa que eu. E até hoje continuava com a sensação de estar parada a olhar para ti enquanto saías e entravas para outro mundo.
Agora está no tempo dela virar costas e seguir, direita e sem cair.
It’s all over!
E o meu sonho é voltar a sonhar sem ti.
sábado, 10 de novembro de 2007
Porque Me Pergunto?...

As lágrimas tendem a acumular-se silenciosamente enquanto vagueio.
Os pensamentos vão fluindo enquanto te olho e me oiço entre devaneios.
Quem me dera poder nunca errar na hora H e estar sempre de é enquanto os outros caem.
Mas é sempre tão dificil aguentar no meio das ruínas.
Apenas a tua imagem me põe um sorriso na cara quando estou a cair no precipicio do meu próprio desespero.
Tens magia, uma magia que me acalma e me faz querer ser melhor: ser como tu.
Porque me pergunto se estou de acordo com a tua sinfonia quando a minha é tão única?
Porque quero saber se sorris ante a minha lembrança?
Porque tenho que satisfazer esta necessidade que é agradar-te o mais possível?
As lágrimas estão já tão acumuladas nos meus olhos profundos e tristes.
Queria tanto poder expulsá-las, bani-las, dizer-lhes Adeus para sempre!
Mas não posso enquanto estiver aqui, aqui ao pé de ti.
Mas poderei quando estiver na solidão do meu quarto tão escuro.
Nessa altura poderei expressar o profundo do meu ser e confessar às paredes a minha frustração.
Porque me pergunto a causa de falhar sempre que tenho que dar o meu melhor?
Porque quero estar sempre apta a não te decepcionar?
Porque tenho esta necessidade de extinguir toda e qualquer dúvida exaustivamente?
As lágrimas pulsam e correm pela minha face até caírem no chão, sós.
Gosto tanto de mim, por vezes.
Detesto-me tanto, por vezes.
Porque tenho que pensar se doi tanto saber a verdade das coisas?
Porque não posso viver numa doce ignorância onde um lindo anjo me guia o caminho?
Porque estou eufórica e de repente as razões somem tal como surgiram?
Quero tanto o teu toque meigo no meu cabelo.
Quero tanto a tua voz suave no meu ouvido.
Quero tanto o teu ombro forte para me apoiar e desafiar o mundo.
A tua imagem, os meus problemas.
A tua voz, as minhas frustrações.
O teu toque, o meu desespero.
Desejo tanto não erras quando tenho que te provar que sou melhor do que era ontem...
Mas acabo por provar que sou sempre pior do que serei amanhã...
Portanto, nunca aquilo que deveria ser...
Erros, lágrimas acumulando.se até juntos formarem um novelo complexo na minha mente.
Novelo que nunca mais encontra fim...
E nele penso a todo o momento.
E por ele meu coração bate tão acelerado.
Porque me pergunto se me ajudarias mais uma vez, me acalmarias mais uma vez e me guiarias mais uma vez?
Porque sei que o farias.
Sei que o farás.
Fazes.
" I hope you don't mind that I put down in words
How wonderful life is now you're in the world! "
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Just like a star
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
A pequena voou até se cansar, até fechar os olhos e sonhar.

Sentiu o cheiro do mar, saboreou a frescura da maresia e saltou entre as núvens como uma criança que salta as predras da calçada.
E quando um afiado obstáculo lhe apareceu esta desfez-se em pequenas particulas que formou o ceu.
Por isso, quando alguém mira o ceu, este se apaixona!
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Carta ao amor
Eu continuava igual desde a minha última queda, vazia e sem ti.
Por vezes acho que sonho demais contigo, que tento encontrar-te em alguém que não existe, faço filmes, escrevo as histórias no meu imaginario e até sinto o teu toque na minha pele.
Noutros dias deixas-me inerente sem vontade de te sentir, apenas com vontade de ouvir o meu relógio.
São alguns os candidatos que desfilam, mas eu não te encontro talvez por seres irreal.
Acho que ultimamente és apenas um pretexto de prazer, uma maneira de arrajar dinheiro...
Sobre ti sei muito pouco.
E sobre mim ainda menos...
Dr. George O'Malley: What's your problem?
Dr. Isobel 'Izzie' Stevens: My problem is you. You're my penis fish.
Dr. George O'Malley: Your what?
Dr. Isobel 'Izzie' Stevens: You've crawled in, and latched on. And now I can't move, or talk, or think, or even pee without the nagging feeling that something is eating through my organs.
Dr. George O'Malley: You don't even have a penis! How am I the fish?
Grey's Anatomy
O amor é assim um "peixe-pénis".
Rosa, por amor matarás!

domingo, 4 de novembro de 2007
! Roleta
O circo de feras

Um puzzle em que as peças estão em constante mutação.
Todos os dias temos novos encaixes e por vezes certos encaixes são até impossíveis.
Não sei o que chamar a isto se crescimento ou desistência.
Seremos nós jogos incompletos?
Seremos nós fruto do destino?
Será que iremos encontrar as peças que nos completam a tempo de estas não mudarem?
A vida é um globo de peças que gira em muitos sentidos e cada um tem os seu, cada um tem a sua maneira, a sua visão, o seu olfacto e o seu toque.
Eu vou comprar cola-tudo e colar as minhas peças preferidas a mim...
Eu vou correr atrás da minha parte que me falta.
E se o meu plano A não correr bem?
Sempre temos o plano B!
Sempre juntas as 3 peças iraõ completar o puzzle de cada uma.
Irão demonstrar que a vida é um circo de feras, mas que juntas vamos dominar o animal que há no mundo!


