quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Genética
A necessidade de vir aqui dialogar através das letras é ainda maior.
De genética pouco sei. Não me ajeito com hemofilias, daltonismo. Genes maus. Cancros. Sobre esta última palavra um dia... falarei... Um dia quando for grande e perder o medo de falar ou pensar...
A ciência dos genes provoca-me arrepios. Não gosto de descobrir tudo. Não gosto de chegar a um ponto em que somos imperfeitos. Talvez porque um dia gostava de ser normal. Não que seja anormal. Mas o que é isso de ser anormal?
Eu ainda vivo na idade dos porquês... Contesto toda a informação que me dão e como sou do "contra" não aceito definições chapadas.
A vida é como uma montanha russa.
Escolhemos um sítio onde sentar... Um caminho...
Acomodamo-nos... Sentimos uma ligeira segurança...
Eis que tu começa a mexer-se cada subida, descida, movimento não é igual...
Há momentos em que queremos parar...
E existem outros em que só queremos mais uma volta!
Eu só quero mais aventura...
Estou no topo...
Sei que tudo irá recomeçar...
Mas não tenho medo...
Porque eu decifro a mensagem que alguém me envia...
Eu sei que o quero não é previsto.
Sou de imprevisto e de ervas daninhas.
Sou de montanhas.
Subidas e descidas.
Por isso, é que gostava de ser normal...
Mas...
Perdia a piada de viver.
Conheces-me tão bem...
Sabes que fujo quando posso,
Não falo,
Viro o olhar.
Não sou certa, aliás acho que raramente acerto.
Eu vejo os olhos que brilham.
Mas mais uma vez, não vou em certezas.
Deixo passar o tempo, enquanto estou nas alturas,
Precioso que corre nas minhas mãos.
Obrigada pelo teu ombro...
Disseram-me que sou uma pessoa ponderada e muito racional.
Pensei que talvez não me conhecem.
Imaginei que talvez... estivesse mais calma, segura e mais tu...
Porque gosto de ser tu, sendo eu.
A passos largos volto para os genes.
Não estou super confiante,
Mas calma...
Por momentos, flutuo...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Sonho. Utopia.
Beyond this Life...

Estes sentimentos,
Este sentimento...
Traz-me paz, segurança, confiança, certeza.
Mas, ao mesmo tempo, embaraça-me, confunde-me, desinquieta-me, trai-me...
Certeza?
Não posso ter certeza de nada,
Por vezes penso que te esqueces de mim...
Certeza?
Não ma garantes,
Apesar de a confessares com o teu olhar...
Porque necessito de palavras quando o sentir está presente?
Porque preciso de as ouvir a elas quando a melodia é a metáfora do sentimento?
Porque não paro, por vezes, e sinto, apenas?
Ouvir, sentir, saber, ser...
Não vou fazer mais nada, apenas demonstrar a veracidade da frase:
Amor com amor se paga.
Quero que tudo permaneça neste estado de ser e não ser,
Não quero que nada mude.
Tenho muito receio,
Tenho muito medo que algo mude este estado de plenitude que nos rodeia.
Contudo, confio e não duvido
Que a Alma continuará imutável, venha o que vier.
Lamento se não faço sentido,
Mas as Palavras & Imagens são a única forma de me expressar.
A Alma,
O Amor de Alma,
Nunca soube o que tal era,
Agora sei o que me faz manter fiel,
O que me dá inspiração para fortalecer a Sinfonia,
O que está ao lado de cada nota que pulsa no meu espirito,
O que figura na minha Eterna Progressão como um limite alcançável...
Tell me, remind me...
My favourite mistake

sábado, 26 de janeiro de 2008
Through my words.
I miss you, I've been missing you all the time, every second, every single second of my days and nights...

How I wish I could be with you, with no shame, no issues, no jokes, no hate.
Nothing but us...
I never cared much about outer beauty,
I use to get in love with inner beauty.
I felt so lonely...
I want to cry a thousand silver tears...
You were not here when I needed you the most,
You are never up to show me how you care for me (if, at least, you cared...)
I doubt of your love,
you never made anything to show me it.
I also think you'd never be courageous enough to break through barriers and tell me you need me,
You are always caring about appearances and what others think...
Is your behaviour due to your shyness?
Isn't your caring strong enough to make you my Hero?
Fuck you!
Can't you see what I mean with every single word I say and write?
Fuck you!
Can't you give me that hug I'm needing the most?
Fuck you!
Can't you just be true with me once in your life and tell me how you love me?
Fuck you...
You don't see that I Love your Soul...
Now I finally know what it's like to suffer from grief.
I don't understand how people suffer form love,
but I love with no suffering...
I just let it go,
Because, once more, I care for the wrong person.
My silver tears shine...
Game over

Acordei, quando aquelas letras grandes piscavam com fervor: Game over.
Não é justo, mentires-me com os teus olhos.
It's not fair.
Fizeste-me acreditar.
E o que aconteceu? Voltei a cair.
Sozinha... Enquanto o mundo me abandona aos poucos.
Foges...
Só quero um não.
Que não me iludas.
Deixa-me seguir com a vida.
Entre a espada e a parede é só isso que interessa.
A frio.
Sem doçuras.
Eu não mereço... Essa inconstante.
Olhares, palavras e de seguida uma fuga.
Oh, no.
O que arde cura.
No magic.
Game over.
Penúltimo episódio.
Life goes on.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Kung Fu Fighting

Rodopio.
Rodopio.
Rodopio.
Serei eu que giro ou será o mundo?
Quem estará parado?
Quem irá parar?
Cairei em terra segura?
Num monte bem alto, sobre a erva caí.
Conto as nuvens.
Imagino coisas através do seu formato.
Respiro a bondade da natureza.
Oiço o som de um cuco.
CUUCUU.
Sobre o meu ombro está a tua mão.
No reflexo das gostas de orvalho vejo o teu sorriso.
Só tu.
Que me abres o sorriso.
Dizes-me que sou a menina pequena e que possuo uma simples e mágica maneira de viver.
O meu olho verde és tu...
O meu doce és tu.
A mão que me apoia.
O exemplo para muitos.
Não interessa que a magia enfeitice a atmosfera.
Porque contigo sou capaz de sobreviver.
A verdade é que em segredo os pozinhos de Perlimpimpim funcionam... Por momentos, sim... Para a vida? Ninguém o saberá.
O que importa é aproveitar os pequenos momentos...
Os pequenos sopros de imaginação...
Os sublimes olhares...
As fantásticas caricias...
Se eu cair?
Terei o meu monte, céu e a tua presença... Sem dúvida!
Carpe diem!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
As pessoas
Quando preferem rir-se à custa dos outros;
Quando são maldosas;
Quando não respeitam a nossa vontade de solidão;
Quando são gananciosas;
Quando só sabem perguntar em vez de ouvir;
Quando são maquiavélicas;
Quando não olham a meios para atingir os fins;
Quando são abusadoras;
Quando não veêm a beleza nas coisas essenciais;
Quando são consumidoras;
Quando exageram ao ponto de se tornarem exaustivas;
Quando ficam impávidas;
Quando dramatizam como se a vida fosse uma maldição;
Quando são hipócritas;
Quando tentam elevar-se sobre os outros e acabam não dizendo nada de jeito;
Quando não são humildes;
Quando metem os seus próprios defeitos nos outros;
Quando são despreocupadas;
Quando não respeitam o esforço e o trabalho de alguém;
Quando julgam sem conhecer;
Quando não respeitam a vontade de solidão de alguém;
Quando são insensíveis;
Quando não são capazes de dizer "tens razão", "desculpa";...
É dificil resistir a pagar na mesma moeda, não é?
Todos somos um pouco dos outros,
Mas existem as pessoas equilibradas, não perfeitas,
Mas não extremistas nos seus defeitos.
São essas as que admiro,
As que se mantém no limiar do cordel.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
"While a thousand candles burn"...
Bela, trabalhada ao mais ínfimo pormenor,
Perfeita em cada detalhe.

É pena quando perde a forma e os lados ficam sem vigor,
Fica disforme, fica feia...
Fica como que a cratera de uma estrutura vulcânica abatida,
Haunt You Every Day

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
A-cor-dar!
Porque nem tudo é como nós queremos,
mas por mais que eu diga que o mundo não vai acabar...
Acabo a repetir-me e quase ninguém me entende.
Todos os dias recebo e-mails sentimentais...
Aqueles que nos tocam no momento,
mas depois esquecemos facilmente...
Bem, eu não esqueço, pois esses e-mails não me trazem nada de novo,
nada que eu não faça, nada que eu não saiba já.
Quem me dera que todos os Anjos Caídos à minha volta voassem de novo...
Como queria que todos eles vissem através do meu olhar e
compreendessem que há muito mais para além da perda.

Estou feliz,
Estou decidida,
Tenho objectivos,
Luto e venço.
Quando perco, levanto-me, por mais que custe, e volto para a frente da batalha!
Não posso ficar para trás quando o mundo se move à velocidade da luz!
Cada passo que recuasse era um passo perdido,
era um passo que poderia ter dado em frente e que desperdicei!
Os erros dos outros, principalmente esses, têm-me ensinado a ser assim.
Queria tanto que as pessoas que amo já possuíssem esse conhecimento,
mas sem terem que passar pela dor de o adquirir.
Contudo, eu sofri.
Sofram também e aprendam,
pois a experiência pessoal é sempre a que mais ensina!
Só temos razões para sorrir!
Estamos vivos!
Podemos pensar, podemos ser Nós!
Podemos, simplesmente, Ser, Existir!
Que mais é preciso?
Amor?...
Não desperdicem as vossas jovens vidas a morrer de amor,
a esperança média de vida em Portugal ultrapassa os 75 anos!
Porém, podem sempre dedicar-se às paixões!
Essas tenho muitas,
é a elas que me dedico.
Ao dedicar-me a elas, dedico-me a Mim!
O resto, venha quando vier...
Esperar que seja "daqui a pouco" é tirar a magia à vida!
Pensem nisto, por favor...
Por vocês,
Por mim.
P.S. - Os que amo sabem quem São, Aquela que me compreende sabe quem É, os Anjos Caídos sabem quem São, o título é para Aquela que mo recordou. Agora peço: por favor, por nós...
P.P.S. - Na imagem está um insecto chamado...Efémera.
..
Ela desceu à Terra com uma gabardina escura,
Um mar para mim...
Possui uma escrita inteligente, tributável e fluente,
Boa pensante e falante,
Uma mulher de sonho para muitos.
Generosa,
Com muita compaixão espalha sorrisos e gargalhadas,
Traz um inverno quente na barriga,
A razão e a paixão juntas num só.
Quando caio,
ensinas-me a andar,
Tornas-me doce,
quando me dizes que não há impossíveis,
Sou assim como gostas, por ti,
porque me moldas quando estou contigo.
Ensinas-me o adjectivo forte. E a palavra amizade.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
A Dualidade

Simples e bonito.
É dificil ser-se simples e bonito.
Mas tu és assim...
A dor é passageira, detestamo-la.
Aprendemos com ela.
E detestamo-la por nos magoar.
Mas magoar é ensinar...
A verdade provoca desgoto.
Faz-nos querer mudar.
Tentamos dar a volta.
Mas deixamo-nos arrastar...
Tu consegues vencer, sei disso.
Também me moldas.
Ensina-me a tua doce inocência.
Mas não queiras ser como Ela...
Se eu pudesse...

...
O que fazemos com as consequências de uma provocação?
E se nos voltar a faltar o que achamos demais?
O que fazemos para estabilizarmos as nossas emoções?
O que fazemos para não voltar a errar?
O que fazemos quando não sabemos uma resposta?
Depositamos fé noutra solução?
Não...
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
The Numbers (Reprise)
Nem acredito que o coração não bate mais depressa só se pensar!
É espantosa a calma que consigo ter, enquanto o mundo à minha volta reza a Deus por salvação milagrosa!
Confio na mente humana, na capacidade lógica e na intuição.
Uma troca de olhares e sinais codificados também dá alento!
A prática indica que a probabilidade de sucesso será maior que 50%, contudo...
Contudo, isto nunca se sabe... É o que é!
É o que for e o que será!
Eu cá moldo-me às situações e ao que me aparece à frente no momento.
Prefiro não fazer planos...
Nunca se sabe quanto começa a chover ou não, de repente.
Mas todos os dias, ao sair de casa, deixo a minha alma nas mãos do acaso...
Porque nunca sabemos o que lá vem...
É melhor prepararmo-nos para todas as situações possíveis!
Que o Sol nos sorria!
The numbers
Uma expressão tua...
A tua pele sobre a minha...
Não me importo que seja só um momento.
Sei que amanhã será diferente.
A desilusão surgirá.
It doesn't matter.
Depois surgirá o arco-irís...
A chuva vai parar de me molhar os sapatos.
O vento não me provocará arrepios.
Vale a pena arriscar.
Por um dia.
Por um segundo.
Welcome to the life!
A felicidade vale por um mau momento.
O sorriso apazigua.
A graça no rosto traz a fé.
Não para sempre.
O feliz para sempre não existe.
A vida é um jogo de perdas e de vitórias. E cabe-nos a nós escolher em que equipa queremos jogar.
E não esqueçer que no último segundo ainda podemos marcar golo.
Esqueçer as regras por um dia.
Seguir o impulso num segundo.
Sorrir se quisermos.
Por um segundo podemos ser fracos, só um.
As regras foram feitas para se quebrarem.
Uma vez na vida sente... sem pensar.
Os números são uma ajuda para o futuro. Estes mágicos transformam o trabalho em conquistas.
Pela aventura. Pela corrida. Pelo desafio.
Hoje é dia de fechar o livro. Nada de abusos. Apenas rever.
E... acreditar, que deus nos está a enviar a mensagem de que podemos ir.
Fecha-se o livro. Escreve-se uma nova história.
Ter medo é natural, significa respeito. Ter coragem é bom, significa confiança. Ter amor é quebrar.
Que o sol nos sorria a todos.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Expiação
Que segredos para além da porta?...
Que vozes?...
Quem são?...
Amantes?...
O segredo torna a relação mais estimulante... O segredo é deles... Até que alguém os apanha...
Tudo começa com um despique... Personagens de meios diferentes...
Uma boa banda sonora...
Guerra...
Sobrevivente?...

Será que ela acaba nos braços dele?... Um último beijo?... Mortes?...
Telespectadores emotivos?...
Espero que sim...
Mais um drama para juntar às nossas vidas...
Quero tanto vê-lo.
ATONEMENT
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
The Careless: Incomplete Complexity
1,2...
Sim, é este!...
Mecânica de particulas, mais...4,5...
Achei!
Ora, Nuclear, Becoming Us, Energias fenováveis e outrois recursos...
The better way to star a day if you're not married!...
O quê?!
Estou só nesta ala da biblioteca, sorte!
(Para todos os efeitos, este livro não estava no meio da minha pesquisa!!)
Ontem à noite, pela primeira vez, desviei o olhar do The beautiful Nuclear Physics e mergulhei no universo louco de um romance típico de psicologia e conselhos para quarentonas solteiras...
Até que descobri coisas interessantes...
1ª - o que elas começam a sentir quando vêm a vida passar-lhes à frente dos olhos e aínda nem sairam da barriga das mães! (por assim dizer...)
2ª - o que elas querem quando chega essa altura! (já fazia ideia antes de ler...)
3ª - ...
Que se lixe!
Só sei que dei por mim identificado com uma quarentona...num corpo de homem de 24 anos!
Deveras chocante dar conta disto, principalmnete quando se passa o tempo a apaga-lo da memoria!...
Ultimamente tenho-me sentido vazio, incompleto...
Dantes, tudo o que queria era acabar a licenciatura e ir mais além na Mecânica Quântica...
Agora que consegui destacar-me internacionalmente na área, sinto que me falta algo...
Não sei o que me pode faltar!
Tenho um projecto em mãos que pode mudar o terrivel destino que a humanidade pode vir a ter...
Mas não me sinto completo!
...
E assim me embrenho em romances idiotas...
Hey! Romances...?!
(Agora deu que pensar...)
Mal arrumo o "Romance Idiota" no compartimento mais obscuro da minha mala de trabalho, preparo-me para retomar a pesquisa e a insanidade dos calculos e...
E...
Hum... preciso de fazer um telefonema!
Como me pude esquecer do telefonema para o director do CERN!!
Raios! Os tipos estão em alta colaboração com o meu projecto e eu...
Ai que raio!
E deixo as coisas na mesa...Não, não deixo!
Porra...Arrumar tudo!
(O que mais em assusta é o "Romance Idiota" exposto aos olhos do povo...)
Vou com calma pelos corredores da universidade como se fosse o dono disto!
(Daqui a pouco só faltava a música de fundo e um complexo grupo e bailarinos para enfeitar o 007! ... Ahah!)
Chego à directoria e eles já sabem do que se trata.
(Mesmo que não soubessem...tenho livre trânsito!)
E digito os algarismos do destinatário...
E o telefonema está prestes a acontecer...
E...
...Acerca do mestrado em Ecologia, energias renováveis e...
Os seus olhos verdes, escuros, são....fascinantes...
...Ah, com certeza, sim sim...
Os seus lábios perfeitos e suaves à distância...
...Trouxe sim...aqui está...
A sua postura elegante e a sua aura de brilho...
...Pronto, obrigado, um bom dia!...
Ela é...inimaginável, linda, em todo o explendor da palavra!
Que se lixe o telefonema!
Corro para a ver entrar no autocarro logo a seguir a ter atravessado a estrada.
Teve sorte...
E eu tive azar...
Não que fosse capaz de dizer alguma coisa mas...oh menos smepre tinha desfrutado mais alguns segundos daquela beleza feminina.
Bela, em estado bruto, qual nebulosa primitiva!
Meto-me no carro e vou para o meu apartamento a alguns quilómetro da universidade.
Mal chego, tomo um banho reconfortante e tento não pensar naquela mulher linda...
A seguir janto e tento nao pensar nela...
Mais tarde abraço o Fusão a frio, um Futuro, mas...
Mas...penso nela, tão parecida a tantas outras mas tão singular na sua excepcionalidade que passa despercebida...
Eu dei conta dela...
Ela fez-me olhar para mais além dos meus enleios da Física!
Será que amnanhã a verei de novo?...
"O auge de uma mulher, para a maioria dos homens, situa-se por volta dos 25 anos [...]"
Nem sempre a maioria tem razão, contudo...
Encerro o "Romance Idiota" e sonho que durmo com ela...
The Heart Of The Matter

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Meredith: So, I got Alex to cover for me so I can leave right after I round on my patients. 48 uninterrupted hours!
Derek: Yeah yeah... um... you know, maybe this is not a good weekend.
Meredith: What did Lexie say about me?
Derek: She didn't say anything. I did all the talking. Oh, don't blame her.
Meredith: So what, you're friends with my sister now? I mean, you talked to the other Grey about me?
Derek: You know what I talked about with the other Grey? All the things this Grey won't let me say.
Meredith: You can say anything to me.
Derek: I want to marry you. I want to have kids with you. I want to build us a house. I want to settle down and grow old with you. I want to die when I'm 110 years old, in your arms. I don't want 48 uninterrupted hours. I want a lifetime. Mmm. Do you see what happens? I say things like that and you fight the urge to run in the opposite direction. It's okay, I understand. I didn't, but now I do, I do. You're just getting started and I've been doing this for a long time now. Deep down, you're still an intern, and you're not ready.
Meredith: I'm not ready right now. But things can stay the way they are, and I can get ready. I'll get ready.
Derek: Things can't stay the way they are. We can still meet in the elevator, the on-call room... and maybe you'll get ready. And I'll wait. I'll wait until you're ready.
Meredith: Okay, then...
Derek: Yeah, but what if, what if while I'm waiting, I meet someone who is ready to give me what I want from you?
Meredith: What if you do?
Derek: I don't know...
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Os papeis amontoam-se como a poeira se agrega.
Os dois olhos cansados miram a janela.
Por momentos, a queda da chuva torna-se especial.
Aquela mente demente...
Um momento... "Está um lençol a bailar!"
"A roupa está estendida!"
Corre que nem um carro de "fórmula 3".
Com sete braços salva-se a si e à roupa.
Ufa!
O sol volta a brilhar... E a chuva cessa, breves momentos depois.
Até a natureza parece estar contra... as nossas decisões.
Como quem diz que estamos a fugir à policia, ou seja, à verdade.
As religiões dizem que Deus está presente nos pequenos pedaços da nossa vida e que também nos envia mensagens.
Não sei... Por vezes, quero acreditar que sim. Outras apenas na ciência.
Será que temos de ser pacientes e deixar que a tempestade passe? Ou devemos, por outro lado, estar mais atentos?
Se Ele nos está a mandar mensagens, porquê que não esclarece?
Uma má interpretação leva a falsas esperanças.
E o verbo sofrer não está no nosso calendário até que Ele decida, ou não.
Só gostava que o cérebro humano tivesse a tecla "Delete", para poder apagar os aspectos negativos.
A temperatura é ideal.
A luz dos candeeiros favorece a noite.
E que tal se eu der uma espreitadela?
domingo, 13 de janeiro de 2008
The Lover: Tu e eu, a noite é só nossa
A brisa leve vai correndo pelas minhas roupas a dentro, enquanto me dirijo para o recanto onde tudo acontece...
Arrepios de prazer vou sentindo à medida que a brisa se torna mais envolvente, por vezes...
Mas é esta noite de Verão, tão bela, que me deixa mais fascinado.
E cá estou eu a aproveita-la, como se fosse a última...
Ao meu lado segue a minha companheira, que transporto com todas as forças do meu ser e Alma...
A noite é nossa, só nossa!
Afina a tua voz, querida, temos muito que dizer esta noite...
Mas não vamos estar completamente sós...
Ohoh, lamento imenso, mas o novo vizinho tem que se aguentar, caso não goste de nos ouvir!
Porque veio alguém morar para perto do nosso arvoredo?
Quem me dera ter vindo morar para esta casa, antes.
Este é, sem duvida, o sitio mais isolado de todo o quarteirão...
Era optimo para mim!
Mas há três anos que me contento com umas ruas mais acima.
Chegámos, querida.
A clareira, a mesma clareira que há uns dias, cá está, inalterada, só para nós...
Sento-me à sombra de uma enorme árvore, escondo-me da luz do luar.
Fecho os olhos despreocupados e deixo a Alma fluir através do meu toque...
E da tua voz...
E toco-te noite dentro.
Não quero saber do resto do mundo,
Esse que acabe!
Chega para mim ter-te aqui.
Só assim a minha Alma se torna som,
Enquanto cantas, querida, enquanto cantas...
Toda a noite, amamo-nos.
Quando chegar a hora de ir, iremos.
Por agora, deixa-me ser as Notas que cantas...
sábado, 12 de janeiro de 2008
The Beginner: Começar a viver!
Ohh...
Aquilo que eu queria tornou-se real.
Agora que posso ser dona da minha propria estrategia,
Vou por tudo em ordem para começar!
Entro no pequeno terraço da frente e dirijo-me para a porta.
Rodo a chave e estou em casa! Em Minha casa!
O ambiente é bonito, sossegado, pouca vizinhança no quarteirão...
Vê-se o ceu por completo da janela de todas as janelas!
Bem, é um pouco isolado, seja dito, mas gosto assim.
Subo as escadas... ( Que excitação!)
Ali ao fundo está o que vai ser o meu quarto.
Dirijo-me para lá, abro a porta e sinto-me tão feliz!
Aqui poderei trabalhar à vontade, na calma que tanto preciso para tal.
Sim. Aqui é perfeito!
Ahh...
Adoro a janela do quarto,
Quase que poderia permanecer sentada no parapeito todo o tempo a apreciar a paisagem...
Tenho a certeza que o luar vai inundar este quarto todas as noites...
Pura Inspiração!
Porque escolhi morar longe da cidade?...
Fácil.
Porque me licenciei em ecologia e escrevo todos os dias,
Logo necessito de muita calma, muita paz, tranquilidade...
Um pouco de solidão, também...
Amanhã vou tratar de tudo para começar o meu mestrado na universidade da cidade.
Mal posso esperar por organizar o resto e começar, finalmente, a viver!
Nem acredito que daqui a uma semana tenho 22 anos!
É tão bom que aquilo que escrevo saia todos os meses em várias publicações...
E (ai!) consegui tudo graças ao que fui poupando até hoje!
Enfim...
Sinto-me completa!
Não preciso de mais nada para estar feliz.
Apenas preciso que as coisas se mantenham assim e...
Serei feliz!
Bom, é altura de começar a encher o frigorigico de comidinha,
As janelas de vasinhos com plantas simples,
As divisões com velas e motivos naturais e culturais!
Esta casa será o meu reino,
A minha Alma tornada algo físico.
Saio de casa.
Olho mais uma vez para trás.
Sorrio.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Let the truth sting
"Because no matter how badly a thing is hurting us, sometimes letting it go hurts even worse."
"Sometimes, we tell them because we owe them at least that much."
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O sol encontrava-se parado. O apressado vento parou de assobiar. As nuvens decidiram conversar sem fazer barulho.
Nem uma agulha bulia.
A vida estava por um fio, rastilho, curto.
Agulhas espalhadas, batas brancas desesperadas.
Nada nem ninguém conseguiu demover a rápida, silenciosa e mágica morte.
O mundo rodava, como se estivesse, anestesiada.
O ponto de interrogação fazia parte do pensamento.
A frustração dominava o cansaço.
Sozinha. Afastada. Sem fé.
Hora de óbito: 3 suspiros e 1 derrota.
Escolhe um novo caminho, sem nunca te desviares do sonho. Não tenhas medo, arrisca com paixão. Sê forte, firme. Se encontrares mais pedras, trabalha! Corre, se tiveres que ganhar tempo. Prova o impossível. Se tiveres medo, não desistas. O medo é a consciência que outra coisa é mais importante. Não uses a pressa.
Se ouvires um não. Procura uma janela. Usa uma máscara para te sentires mais confortável. Se te magoares neste novo passeio. Coloca toda a fé e uns pozinhos de perlimpimpim.
Os novos caminhos não são os mais fáceis, são por norma, mas frágeis, como uma ponte que pode desmoronar. Nunca sabes se já te safaste. A verdade mistura-se. A sinceridade por momentos não resulta. Perdes.
Mudar é lixado. Sobretudo, se eras viciado nesse projecto. O significado de vida restaura-se. A paixão volta-se a implementar. E tudo te faz querer voltar.
Mas amigo, o barco já partiu. Nada te resta se não aguentares-te e seguires sem olhar para trás como quem atravessa a passagem mais perigosa.
Não fujas da verdade.
Sê forte.
Quando chegares ao fim... tu saberás.
A Change Is Gonna Come

George: Olá.
Izzie: George, porquê que me andas a evitar?
George: Eu estou a caminho de uma cirurgia...
Izzie: Eu não me referia a este momento. Nenhuma palavra em dezassete dias? Eu disse-te que te amo! E nem uma palavra? Onde estiveste?
George: Eu tenho estado aqui. Exactamente onde estive no ano anterior. Desculpa, desculpa... Eu estou confuso, sou um interno outra vez.
Izzie: Todos estamos confusos! Todos estamos confusos! Eu comando um grupo de internos. Acho que estou a dar em maluca. Aliás eu só posso estar chanfrada, porque no primeiro dia em que estou no comando, sou obcecada em salvar o Bambi. Estamos todos confusos!
George: Desde quando é que tu me chamas Bambi?
Izie: Eu não te estou a chamar isso.
George: Eu esperava que a Cristina, o Alex me chamassem isso...
Izie: Eu sou o Bambi. Okay? Se há alguém que está numa situação de um triste personagem de cartoon, sou eu! E estou sozinha na floresta. Os caçadores deram um tiro na minha mãe. E onde estás tu? Onde estás tu?
George: Eu estou a caminho da cirurgia. "
Eu sou o bambi.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Long Lost Memories - 1
Choro, tenho outras tantas razões para chorar!
Adoro-te tanto, adoro o mundo, adoro tudo o que me permitiu chegar onde estou agora!
É tão bom estar rodeada e ter perfeito controlo sobre as situações!
É tão bom deixar para amanhã o que posso fazer hoje, apenas para te poder dar a minha atenção!
É tão bom deixar o Universo para trás e dedicar-me à batalha da Nossa construção!
Sei que me adoras, mas não sei que me amas...
Quero-o tanto, mas apenas te fechas mais quando é o momento de fazer a diferença...
Os meus pensamentos voam em direcção à tua imagem.
Qualquer melodia, qualquer paisagem, qualquer coisa me lembra de ti.
Tudo o que me dizes eu rdecoro e recordo fugazmente quando não estás presente.
És a minha perdição.
Queria negar-te, mas nem dizer que te tenho que negar consigo!
Porque continuo perdida no teu labirinto quando sei que a Guerra já acabou?
Não percebo, mas também não quero perceber!
Confio-te a minha alma,
Vê lá o que fazes com ela...
Adoro a sensação de sorrir por estar a ganhar uma corrida contra um inimigo tão forte...
E adoro ouvir quanta beleza represento para ti...
Mas, quando erro toda a estrutura vai abaixo, comigo lá dentro...
E tu nada fazes.
E tu não queres saber.
E tu foges para longe dos escombros e abrigas-te na casa do inimigo...
Que ódio!...Adoro-te...
És tão irritante! Fazes-me chorar! Fazes-me arruinar o que sou!
Mas tu não vales um átomo do que eu sou...
Adeus,
Agora sou eu que corro para o abrigo do inimigo...
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Espera-me ao luar
não ligo ao que vai passando por mim,
muita da concentração pertence aos meus pensamentos mais profundos.
Oiço sem falar,
quando precisas de mim aqui estou,
a minha alma concentra-se na tua dor e transforma-a no meu sofrimento.
Gosto de ti,
aprecio tudo o que fazes com a alma,
apenas desejava fazer parte da tua bela arte e integrar a tua inspiração.
És como eu,
desculpa que assim tenha que ser,
acredita que as nossas belas semelhanças são o pesadelo das diferenças.
Espera por mim,
preserva a beleza reminescente em mim,
leva-me ao limite e depois dá-me o teu ombro para que possa descançar.
E depois...
verás!
She's in love, she's in love!
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Selvagem?

-"Os homens são tão..."- murmurava a pequena.
-"Maus, pequenas peças de um puzzle que por vezes não encaixam. Coitados... Não conseguem ver a simplicidade das coisas pequenas, existentes na natureza."- respondeu a árvore mais sábia da floresta.
-"Nunca os compreendi!" - exclamava, Maria.
-"Mas tu és um deles, ou melhor, és humana com coração de flor, de mar, de animal." - disse o mocho.
-"Maria, qualquer dia vais ter de voltar à civilização . Quando sentires que está na hora vai." - falou o mar, que começava a ouvir a conversa, devido à maré cheia.
-"Um dia..."
O segredo habita nela. O mistério é enorme.
Humana?
Quem a trouxe?
Maria vive quando a desilusão se amontoa.
No momentos de fragilidade.
Nos campos sente-se o seu aroma.
O vento canta sem fim.
O rio corre com mais força.
Os animais cantam.
O medo da pequena volta, devagar como uma leve brisa.
Apesar de tudo, sente-se bem na sua casa,
No mar, no rio, no pomar, na floresta... Na natureza.
Um lar onde não há julgamentos.
Se fugiu? Não sei.
Se sempre viveu na floresta? Talvez não.
Maria é um pequeno pedaço de gente,
de tenra idade,
Usa uma borboleta no cabelo,
que segura os seus selvagens fios de ouro.
A Chave
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
When...

A respiração torna-se profunda e lenta.
O sorriso esvai-se, mas a emoção continua.
Os olhos tendem a fechar.
As pernas fraquejam.
O sistema imunitário altera-se.
No limite...
Pela investida,
Pela conquista,
Pela viagem,
Pelos limites.
There is the way.
Sem adjectivos desnecessários.
Sem verbos.
Sem nomes.
Sem palavras escritas nem pronúnciadas.
Ficam as sensações.
Fica o timbre forte.
O brilho.
Enquanto a pequena Maria dorme e sonha com os sentimentos ingénuos, algo mais se alevanta.
Hoje é dia de não falar. Pelos olhares...
O arco-íris aparece tímido. Com um novo caminho a percorrer.
Alfa & Omega
E os ruídos exteriores foram corrompendo o silêncio sagrado da sala que antes fora escura, antes fora noite, antes fora tudo e nada.
A perfeição nunca estivera tão presente.
A profunda apatia dominara.
O perfeito silêncio reinara.
O desejo de ter ficado assim para a eternidade fora imenso.
Ter ficado. Apenas ter ficado. Não ter feito sentido. Não ter sido nada. Não ter sido tudo.
Um desejo de ter vivido num mundo interior, ter alternado entre a consciência e a insanidade, ter rodopiado por entre o desespero e a angustia, ter dançado com as inquietudes e turbulências mais intrínsecas…
O resto que tivesse prosseguido, se tivesse havido resto.
Um ter querido que a profunda inércia tivesse imperado por completo e, assim, tudo tivesse transformado em flutuações metafísicas.
Flutuações, pulsações…
Pulsações para além do perceptível, onde nada teria feito sentido, onde tudo teria perdido a noção do Existir.
Explodira em emoção, gritara no vazio, modificara sem deixar diferença, chorara brasas ardentes, partira sem deixar estilhaços, agonizara em paz, correra sem distância, expandira ficando menor, sorrira do fundo do abismo, esforçara sem energia, morrera e continuara presente…
Evolução imparável, alteração imutável, pico ultrapassável.
Decadência, demência aumentando exponencialmente enquanto o tempo, o resto, não deixa de fazer sentido.
Combate interiormente, cria a partir de dentro, fragmenta internamente ao ritmo da sua inércia acelerada.
Continua até ao fim, o novo início, uma nova repetição.
Constante moção.
Fora não tendo sido.
Existe não existindo.
Recomeçará não indo acabar.
Deixará que tudo invada a tormenta, a tristeza, o desalento, a confusão, a loucura, a raiva, a insanidade, o pânico…
E por fim, o que resta do que não fora e do que não é…
O Silêncio.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
...
- Mas, pequena, eu sinto que há aí qualquer coisa que não está bem. - carinhosamente respondeu o sr. rápido.
- Eu estou óptima. - ripostou Maria.
Maria afirmava sempre que era forte e que nunca ninguém a derrubava. Ela também não acreditava na paixão dos amantes. Dona de uma forte personalidade e de uns sete sorrisos. Sorria quando alguém contava uma piada, quando tinha uma ideia, quando fazia mais uma das suas travessuras, quando se ria de si própria, quando falava dos seus amigos, quando se fazia de boazinha, quando cantarolava e quando pensava que ia conseguir seguir o seu sonho.
Maria corria pelos campos, comia da fruta do pomar e jogava às escondidas com as árvores.
Little Maria
Soletro variados nomes.
Mas, uma única brisa.
Repleta de todas as cores da palete.
Viajo entre as gostas da chuva.
Gigante por dentro, por fora a pequena infância vive em mim.
Colecionadora de sorrisos.
Moro na tua imaginação, no mar, na natureza.
Alimento-me da esperança.
Medrosa, quando a núvem tapa o sol.
Durmo quando os grilos cantam.
Sonho quando o medo foge.

Sentada, paciente, desejando...
Ouve-se um tack, tack, tack.
A criação não é perfeita.
Aliás, nem criação há.
Apenas salienta o interior.
Procurando uma casa.
Procurando-se.
Tack, tack, quando as palavras que são cantadas não saem.
Maria, Maria...
Pequena, sem casa, sem rumo.
Com os caracóis a voar.
Deixa-se levar... Até o medo chegar.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Aqui

Mas tu és-me saudável.
Todavia, contagias-me, por vezes, e, por mais que tente, não te consigo trazer para o Céu.
Imaginemos quando tudo está bem e estamos bem connosco mesmos e não queremos que nada se altere. Temos receio de dar um passo em falso que faça desabar com toda a contrução vertiginosa...
É isso que sinto e, por isso, não quero que mais ninguém entre na minha vida. Apenas tu.
Por vezes, sem querer, quebras o meu coração de uma forma gélida. Indiferente.
Oh, é esta a sensação!?
Estava habituada a que os papéis estivessem invertidos.
Era eu que despertava em ti o fascínio e a inspiração.
Mas, como que do nada, aprendeste a despertar paixões no meu ser.
É esta a sensação de coração despedaçado e alma estihaçada?!
Alguma ver serias capaz de me provar o quão interior te sou?
Queria muito que um dia dissesses algo. Algo que me fizesse ir mais além, quebrar os limites e, mesmo assim, manter a razão - o coração da razão.
Gostava de escavar bem fundo no teu ser e, aí, descobrir se algum dia serias capaz de procurar os estilhaços da minha alma no meio dos grãos de areia de uma praia, no infinito das estrelas, no rebentar das ondas, por entre os trovões de uma tempestade...
Aqui estou eu. Agora admira-me.
Aqui permaneço despida dos meus medos e preconceitos. Agora ouve-me.
Aqui sou eu.

