A árvore de natal, vai-se fazendo. Não há data para que esta seja feita. Nem tempo. Não começo a escolher os presentes de natal. O natal não é preparado, é como alguma coisa que vai vindo e à última é que se compram os ingredientes e presentes.
Quando era pequenina gostava da época natalícia pelos presentes, pelas listas de presentes que nos incutiam na escola.

Hoje o natal cheira-me à minha aldeia.
Cheira-me às iguarias que as tias confeccionam.
Sente-se pelo frio.
Sente-se pela neve na nossa janela.
Sente-se pela pronuncia tão típica.
O natal é sinónimo de minha aldeia.
O natal acontece lá. O natal mora lá. O natal é o convívio da minha família, é as grandes reuniões familiares.
As cantorias que se fazem desde o mais pequeno ao mais velhinho.
Recebem-se prendas e estas têm outro significado.
Sentados à lareira até tarde a ouvir às estórias que outros tempos nos têm para contar. Toda aquela fantasia e diversão.
Feliz Natal, porque este é sempre que eu regresso à minha aldeia.
Eu estou lá sempre.
Sonhando.
Magicando.
1 comentário:
As influências de Alberto Caeiro são cada vez mais notáveis...
Fernando Pessoa devia ter-te conhecido =P
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