
Mas tu és-me saudável.
Todavia, contagias-me, por vezes, e, por mais que tente, não te consigo trazer para o Céu.
Imaginemos quando tudo está bem e estamos bem connosco mesmos e não queremos que nada se altere. Temos receio de dar um passo em falso que faça desabar com toda a contrução vertiginosa...
É isso que sinto e, por isso, não quero que mais ninguém entre na minha vida. Apenas tu.
Por vezes, sem querer, quebras o meu coração de uma forma gélida. Indiferente.
Oh, é esta a sensação!?
Estava habituada a que os papéis estivessem invertidos.
Era eu que despertava em ti o fascínio e a inspiração.
Mas, como que do nada, aprendeste a despertar paixões no meu ser.
É esta a sensação de coração despedaçado e alma estihaçada?!
Alguma ver serias capaz de me provar o quão interior te sou?
Queria muito que um dia dissesses algo. Algo que me fizesse ir mais além, quebrar os limites e, mesmo assim, manter a razão - o coração da razão.
Gostava de escavar bem fundo no teu ser e, aí, descobrir se algum dia serias capaz de procurar os estilhaços da minha alma no meio dos grãos de areia de uma praia, no infinito das estrelas, no rebentar das ondas, por entre os trovões de uma tempestade...
Aqui estou eu. Agora admira-me.
Aqui permaneço despida dos meus medos e preconceitos. Agora ouve-me.
Aqui sou eu.
1 comentário:
WoW.
Deep.
Por vezes, és um bocadinho de mim.
Apesar de sermos diferentes.
bjs
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