Olá, o meu nome é Felizarda Fernanda Fritas. E não, não sou a Sara Fritas! Parabéns, a quem conseguir ler isto, pois esta mensagem vai-se autodestruir em cerca de “coiso” segundos.
Mas, e continuando com a minha apresentação, tenho precisamente dezassete anos e dezassete dias e dezassete horas e dezassete minutos e também é de salientar os meus dezassete segundos fritos. Sou uma excelente cozinheira no que toca a fritar a vida dos outros.
E sabe(s) “porquoi”?
“Parce que” a minha vidinha não é nada de interessante. Aliás, pobre coitada de mim que assiste, com um ferrero roché, os “filmezecos” da RTP1.
Este Natal foi uma “beca” diferente… Não que tenha sido o melhor, mas também não foi o melhor.
E ainda mais importante é frisar que chorei a ver filmes, devorei livros, estive a lareira a falar com os meus tios já velhinhos e ainda que fiz de guarda fralda dos meus primos de dez anos.
Um Natal em grande, oh não. Ah, e eu fui à luta. Enviei um ovo frito das galinhas do Ti Queija com o melhor azeite, o da televisão, o galo.
Mas sabem que mais, não disseram nada sobre o ovo. Não sei onde estava com a cabeça para enviar um ovo que entre a clara e a gema sabia a “Gostava que o Pai Natal te embrulhasse com uma fitinha dourada e te enviasse a mim”.
Oh “enjoy”! Para qualquer sítio que vá o amor pressegue-me, quer seja no cinema, “Ai amor, o filme metia medo. Ainda bem que estavas lá”, quer seja nas escadas rolantes, na livraria, ou na casa de banho “Ai ele é tão fofo”.
Cá está o relato de Felizarda Fernanda Fritas. A vida dela é emocionante cheia de amor, cheia de amigos e cheia de festa.
E mais uma coisa, a gripe é das melhores conselheiras para teclar uma coisa assim.
“Credo!”
O Vinte E Três
Há 15 anos
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