Passei pela porta aberta, ignorando-a, e deixei-me ficar do lado de dentro.
Depois, parei para falar com um tipo e embrenhámo-nos na conversa.
O tópico, do seu interesse, suscitou-me uma certa curiosidade e tentei ajudá-lo na medida do que me era possível.
Pude adivinhar, desde cedo, o propósito da informação que queria obter de mim, era evidente.
Claro, a vil cobra, segundo o tipo, da qual ele se fazia acompanhar, pretendia igualmente a informação.
Esta servia os propósitos de ambos e, apenas por isso, a troca de palavras ocorreu.
Todavia, como o que ele queria estava para além da minha influência e tinha ocorrido antes de mim, tratei de o encaminhar bem.
Dei-lhe um nome.

Mal sabia eu que esse nome me feria o orgulho no preciso momento em que o disse...
Shhh, Maria, não contes a ninguém, pequenita!
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