quarta-feira, 2 de abril de 2008

Bruised pride...

Passei pela porta aberta, ignorando-a, e deixei-me ficar do lado de dentro.

Depois, parei para falar com um tipo e embrenhámo-nos na conversa.

O tópico, do seu interesse, suscitou-me uma certa curiosidade e tentei ajudá-lo na medida do que me era possível.

Pude adivinhar, desde cedo, o propósito da informação que queria obter de mim, era evidente.
Claro, a vil cobra, segundo o tipo, da qual ele se fazia acompanhar, pretendia igualmente a informação.
Esta servia os propósitos de ambos e, apenas por isso, a troca de palavras ocorreu.

Todavia, como o que ele queria estava para além da minha influência e tinha ocorrido antes de mim, tratei de o encaminhar bem.

Dei-lhe um nome.





Mal sabia eu que esse nome me feria o orgulho no preciso momento em que o disse...
Shhh, Maria, não contes a ninguém, pequenita!

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